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Terça, 29 Março 2011 21:43

Stammtisch Blumenau 2011

Retransmitimos a mensagem do nosso amigo Alexandre Melo, da AcervA Catarinense
Pessoal, Como alguns já sabem, a AcervA Catarinense estará organizando um encontro de cervejeiros neste próximo Stammtisch em Blumenau. O evento acontecerá no dia 16/04, na rua XV de novembro, das 10:00 às 17:00hs. Pra quem desejar participar, os detalhes e as inscrições estão no site: www.acervacatarinense.com.br
Nos valores do evento estão inclusos: - Tenda - 100 litros de chopp (Bierland) - Refeição (Será feito churrasco por uma empresa especializada) - Água Estarão disponíveis chopeiras e caixa térmica para quem trouxer cerveja caseira.
Como é uma festa de rua, distribuiremos pulseiras de identificação para os participantes da tenda. A quantidade de participantes também será limitada a 30 inscrições, portanto garanta sua vaga. IMPORTANTE: Temos valores diferenciados para sócios que já renovaram ou se associaram em 2011, acompanhantes e quem trouxer sua cerveja caseira. Quem ainda não renovou sua associação ou ainda não é sócio da AcervA Catarinense, essa é a oportunidade para aproveitarem tanto o desconto no evento, quanto a promoção para associação que vai até dia 31/03/2011. As informações também estão no site.
Abraço a todos e boas cervejas!
Alexandre Mello
Quarta, 30 Março 2011 00:19

Concurso Nacional



"Caríssimos,

O regulamento do 6º Concurso Nacional de Cervejas Artesanais já está
no site da ACervA Catarinense:www.acervacatarinense.com.br

Conheça todas as regras para o 6º Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, evento anualmente promovido pelas Associações de Cervejeiros Artesanais dos diversos estados do Brasil, e que neste ano de 2011 será sediado no estado de Santa Catarina.


Observe atentamente todas os detalhes do regulamento, disponível no final desta página, especialmente o modelo de garrafa aceito, conforme fotografia em anexo.

Mais detalhes acerca da programação do evento, bem como hospedagem, serão divulgadas em breve. Dúvidas, críticas e sugestões serão bem vindas, no e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo."
Quarta, 30 Março 2011 16:44

Technobar 2011

A Associação dos Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais, apóia o Technobar que está no Expominas a partir de hoje e irá até o dia 4 de abril. O evento reune por meio da Abrasel grandes empresas do setor de alimentos e bebidas focados nos serviços de bares e restaurantes. Adicionalmente haverá uma gama de palestras especiais com empresários e experts do cenário gastronômico de Minas, destacando Dona Lucinha, Leandro Pimenta, Juliano Rima dos Sabores, Chef Túlio e muitos outros. As incrições para as palestras são efetuadas dentro da feira. O credenciamento para a feira pode ser feito pelo site www.technobar.com.br
Quarta, 30 Março 2011 17:23

Andando a passos largos


Congresso Americano quer reduzir o IPI para micro cervejarias daquele País

Tradução Livre (Free Translation)


A Associação dos fabricantes de cerveja anunciou hoje que pretende promulgar uma legislação de cerveja graduando o IPI (Excise Tax) de 3,50 dólares e 16,00 dólares para pequenos fabricantes de cerveja dos Estados Unidos, foi introduzido em ambas as câmaras do Congresso.



A Associação dos Fabricantes é a organização sem fins lucrativos que representa a maioria das empresas de cerveja dos EUA. O projeto do Senado, conhecido como "S.534", foi introduzido em 9 de março pelos Senadores americano John Kerry (democrata de Massachusetts) e Mike Crapo (R-Idaho). Junto com os Senadores Kerry e Crapo mais 17 dos seus colegas do Senado assinaram como o projeto apoiando a causa. O S.534 reflete as disposições contidas última sessão do S.3339 que ganhou o apoio de 28 senadores.



Especificamente, o S.534 propoê reduzir a alíquota na pequena cervejaria nos primeiros 60 mil barris produzidos na ordem de 50 por cento (de 7 dólares, para 3,50/o barril) e instituir uma nova taxa de 16,00 dólares por barril para a produção de cerveja acima de 60.000 barris até 2 milhões de barris. Cervejarias com uma produção anual de 6 milhões de barris ou menos se qualificariam como sujeito a estas taxas.



Pequenas cervejeiras têm crescido e criado empregos, desde a revolução de cerveja artesanal começou", disse o senador Kerry. "Hoje existem mais de 40 pequenas fábricas de cerveja em Massachusetts e em 1700 em todo o país, e essa lei vai ajudar a garantir que estas pequenas empresas manter as pessoas na folha de pagamento e criar empregos mesmo durante épocas econômicas apertadas.



O Ato de Reinvestimento e Expansão da Força de Trabalho("Lei das Cervejarias"), HR 1236, foi introduzida pelos representantes Jim Gerlach (R-Pa.)e Richard E. Neal (Massachusetts), em 29 de março. Juntos, como co-apoiadores estão os representantes Earl Blumenauer (D-Ore.), Peter A. DeFazio (D-Ore.), D. Duncan Hunter (R-Calif.) e Erik Paulsen (R-Minn.). Vários desses representantes são membros do Comitê de "Meios e Maneiras".


Assim como suas contrapartes do Senado, o "Ato da Cervejaria" visa aprovar um IPI graduado variando de 3,50 dólares e 16,00 dólares. "Com a economia confusa, o Congresso deve criar condições que permitam às pequenas empresas a se tornarem mais competitivas, proteger os empregos existentes e criar novas oportunidades de emprego", disse o representante Gerlach.


"Cervejeiros artesanais de pequeno porte estão crescendo, gerando empregos e contribuindo de forma pequena e grande para a recuperação da economia americana", disse Charlie Papazian, presidente da Associação dos fabricantes de cerveja.



"O esforço bipartidário de parlamentares Gerlach e Neal é uma mensagem forte a maioria dos americanos vai levantar um brinde para e é indicativo do espírito de comunidade de base com que os americanos estão adotando a trabalhar para a recuperação económica e sustentá-la para o futuro."


Papazian acrescentou: "As cervejarias 1700 + pequeno-americanos respondem por cerca de cinco por cento de toda a cerveja apreciado nos Estados Unidos e 50 por cento dos empregos cervejaria. O apoio bipartidário ao "Ato da Cervejaria" vai ajudar a garantir um impacto positivo na produção agrícola, hospitalidade e distribuição de empregos para o futuro. "


Fonte: http://www.brewersassociation.org/pages/media/press-releases/show?title=2011federal-small-brewer-excise-tax-bills-introduced
Sexta, 01 Abril 2011 11:32

Sem álcool?


Kronenbier I

A cerveja Kronenbier está proibida de ser vendida com a inscrição "sem álcool" no rótulo. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou recurso movido pela Ambev, mesmo considerando que a bebida tem teor de álcool abaixo do necessário para ser classificada como alcoólica. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) havia decidido a favor da Associação Brasileira de Defesa da Saúde do Consumidor (Saudecom), que ajuizou ação contra a empresa.


Kronenbier II

Em 2001, a Saudecom ingressou com ação civil pública contra a Companhia Antártica Paulista, posteriormente comprada pela Ambev. A associação pedia a proibição da venda da cerveja Kronenbier com a expressão "sem álcool" no rótulo. A bebida tem na sua composição um índice entre 0,30 a 0,37g/100g da substância. O pedido foi considerado procedente em primeira instância, mas a empresa recorreu ao TJRS. O Tribunal gaúcho ponderou que, mesmo com teor reduzido de álcool, o consumo da cerveja poderia ser danoso para pessoas proibidas de ingerir a substância.

Fonte: Valor Econômico, caderno Empresas, 1,2e3 de abril. PáginaB1.
Domingo, 03 Abril 2011 21:08

Schincariol



A partir deste fim de semana, quando entra em vigor a nova tabela de preços de referência de cerveja e refrigerante para cobrança de tributos federais como IPI, PIS e Cofins, Adriano Schincariol vai prestar mais atenção ainda aos concorrentes. A carga tributária, segundo cálculos preliminares do setor, deve subir cerca de 14% para a cerveja e 20% para refrigerantes. "Em 2010 investimos bastante e não temos como absorver esse aumento de imposto. Vamos ter que repassar", diz o presidente e principal acionista da segunda maior fabricante de cerveja do país.

A decisão de mexer nos preços segue a mesma linha adotada pela líder do mercado, Ambev, que já havia informado na semana passada que repassaria o aumento de impostos ao preço final, sem precisar qual o tamanho do repasse e quando será feito. Em 2010, o preço da cerveja no país subiu 6,5% nos supermercados e 7,7% em bares e restaurantes, enquanto a inflação oficial (IPCA, do IBGE) subiu 5,91%.

Adriano Schincariol diz que não está sentindo nenhuma desaceleração nas vendas, ao contrário do que divulgou a Ambev afirmou em seu balanço do ano passado. Mas o investimento da Schincariol para este ano será menor e uma fábrica de refrigerantes, a de Murici, em Alagoas foi fechada. A operação atual é de 13 fábricas, sendo 70% delas voltadas para cerveja.

No ano passado, a Schincariol investiu R$ 1 bilhão, um valor recorde, sendo a maior parte na produção. "Investimos o equivalente a 34% da receita líquida. É um percentual alto", diz ele. Para este ano, a previsão é algo entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, com possíveis expansões na Bahia e outras unidades da região Nordeste.

"Fechamos a fábrica de refrigerantes em Murici pois era pequena e o custo, alto", afirma Adriano, que vem buscando aumentar a eficiência na companhia. Acha que está conseguindo. Considera o ano de 2010 como "um dos melhores para a empresa."

A receita líquida cresceu 9,5% para R$ 2,9 bilhões - a bruta somou R$ 5,7 bilhões, com aumento de 11,8%. O lucro líquido caiu de R$ 75 milhões, em 2009, para R$ 55 milhões. Assim como os demais fabricantes, a companhia, com sede em Itu (SP), teve que arcar com custos maiores de insumos agrícolas e embalagens, mas Adriano observa que "várias linhas do balanço mudaram pois adotamos o IFRS", o novo padrão contábil que segue regras internacionais para demonstrações financeiras.

Adriano está particularmente satisfeito com a geração de caixa (Ebtida normalizado), que cresceu 47,7%, para R$ 434 milhões, com margem de 15,2%. E o endividamento de curto prazo, afirma, é baixo em relação a empresas do setor de bens de consumo final. "Nosso endividamento é de mais ou menos um Ebtida".

Sobre a operação ser mais lucrativa no Nordeste do que em outras regiões, Adriano explica que o benefício fiscal faz a diferença. "No Sul as operações não são incentivadas. Mas tanto no Nordeste quanto no Sul, temos geração de caixa. E é isso que importa".

Fonte: Valor Econômico, 1,2 e 3 de abril, página B1.
Segunda, 04 Abril 2011 09:04

Bier Hoff




A cervejaria Bier Hoff nasceu dentro de um shopping em Curitiba e sempre se propôs a produzir para consumo dos clientes dentro do próprio restaurante. Portanto, o foco eram estilos mais comuns e fáceis de ser aceitos pelo público. Agora, quase 10 anos depois da criação e com sete estabelecimentos no Paraná e em Santa Catarina, ela entra em nova fase. Vai investir em cervejas especiais.

Já aprovados no Ministério da Agricultura, cinco novos rótulos esperam para ser lançados em 2011 e 2012: Indian Pale Ale, Rauchbier, Red Ale, Porter e Stout. Os atuais (American Lager, American Lager não filtrado, Weizenbier e Dunkel), já disponíveis nos restaurantes em forma de chope, passarão a ser envasados e distribuídos em mercados, bares, restaurantes e estabelecimentos de cervejas especiais.

Estamos percebendo que existe um movimento no mercado de conscientização do público em relação às cervejas especiais. Mais ou menos o que aconteceu com o vinho há cerca de 15 anos atrás. É hora de investir. Estamos produzindo há quase uma década e nunca entramos nesse mercado de cervejas gourmet de forma mais focada”, explica o sócio proprietário Mario Neto que, ao lado de Valdecir Scopel, investe na ideia.

A história da Bier Hoff teve início mesmo em 2001, quando os sócios, ambos dentistas por formação, decidem lançar um negócio diferente: um fábrica de cerveja dentro de um shopping. Entre em funcionamento em 2002 e cinco anos depois, tiveram que tirar a cervejaria de dentro do restaurante, por exigência do centro comercial. Montaram, assim, a própria fábrica, que até hoje abastecia basicamente os restaurantes da marca. Hoje, o Bier Hoff tem três estabelecimentos em Curitiba: Shoppings Estação, Palladium e Total. Também há em Londrina, em Joinville, em Maringá e mais um deve ser inaugurado em Ponta Grossa, no Shopping Palladium, até agostou ou setembro. Todos são dentro de shoppings. “Tivemos um bar de rua, perto da Avenida Batel, em Curitiba, mas não deu certo. Somos do dia mesmo”, conta Valdecir Scopel.

Ao longo do período, assim como o negócio, a cerveja foi evoluindo. Hoje, tanto as receitas já existentes quanto a cervejaria, passam pela consultoria do mestre cervejeiro graduado em Berlin, na Alemanha, Matthias Rembert Reinold. “As receitas que nós temos mantêm a mesma essência, mas foram aperfeiçoadas. Diria até que por tentativa e erro. As quatro mudaram muito em relação às originais. Agora, estamos com o foco em cervejas um pouco mais elaboradas, e vamos manter assim daqui por diante”, diz Mario Neto. Ainda não aprovada, mas nos planos, está uma Bohemiam Pilsener, provavelmente de influência alemã.

Mais detalhes e fonte: Blog Bar do Celso. www.gazetadopovo.com.br/blog/bardocelso Foto: Divulgação.
Segunda, 04 Abril 2011 10:26

Schincariol II




Schincariol estuda venda de controle
por Vanessa Adachi, Daniele Madureira e Cynthia Malta

A sul-africana SABMiller, a holandesa Heineken e a dinamarquesa Carlsberg, três grandes grupos cervejeiros multinacionais, mantêm conversações para adquirir o controle da Schincariol, segunda maior empresa do setor no Brasil. O banco BTG Pactual prepara uma oferta pública inicial de ações da Schin, mas, paralelamente, a companhia começou a ser abordada por grupos interessados no atrativo mercado brasileiro de bebidas - está em jogo uma fatia de 10%. O processo, entretanto, ainda é preliminar e pode ser concluído tanto com a venda quanto com a abertura de capital.

Adriano Schincariol e seu irmão Alexandre, são os controladores da empresa com 51% do capital. Seus primos detêm os demais 49%. Como não há acordo de acionistas, esse ramo da família é minoritário na companhia e teria contratado o Banco Morgan Stanley para tratar dos seus interesses separadamente.


Nas contas de um grupo interessado na Schincariol, a companhia poderia valer entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões. Mas os controladores da Schin têm sinalizado ambicionar um valor bem maior, algo superior a R$ 10 bilhões.


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