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Sexta, 05 Fevereiro 2010 14:10

Associados

Taberna do Vale e a sua primeira batelada.
Olá confrades e amigo!

E com prazer e orgulho que informamos que a deliciosa Hefe-Weizen - Carolweiss (da gema, como diz o Marcão), está disponível para degustação no Café Viena.

Esta foi a primeira produção da Taberna do Vale (Danilo Mendes e Felipe Viegas), e que nos animou bastante com o resultado. Ficou deliciosa...

Pena que o que é bom dura pouco... tem somente 01 Post-mix disponível lá, então estes 18 litros serão para poucos privilegiados experimentarem.

Quem puder dar um feed-back sobre a degustação, ficaríamos honrados com a avaliação.

Na quinta tem mais produção... outra leva desta maravilha será produzida.
Na outra quinta, faremos 500 litros da Tiradentes (Porter).
E assim, vamo que vamo!

Um abraço,
Danilo Mendes.

O Bar e Restaurante Café Viena fica na Avenida do Contorno próximo a Avenida Francisco Salles, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte.
Segunda, 08 Fevereiro 2010 09:45

Associados

Danilo Mendes: Um Cervejeiro de mão cheia!
A AcervA Mineira não seria a mesma se não tivesse em seu portfólio a presença de nosso amigo Danilo Mendes. Fundador desta união que solidifica a cultura cervejeira no estado de Minas, Danilo, que está conosco desde 2007 e é o nosso Diretor Executivo de Tesouraria, proprietário da Cerveja Artesanal Gerais.

Não poderiamos deixar de prestigiá-lo em público, pois o seu notório trabalho na Associação reza um dos maiores gestos culturais do segmento: o desenvolvimento de um curso prático de como fazer a sua cerveja em casa! Isso mesmo: Danilo abre mão do seu tempo para com a família (Fernanda que o diga!) para dedicar aos mais interessados e apaixonados com a bebida, a arte de como elaborar e criar receitas cervejeiras, como ter o devido cuidado na hora de cozinhar os grãos, como ter cuidado com a limpeza e assepcia dos equipamentos... enfim; impossível um aluno sair de seu curso sem ter a vontade em querer criar e tomar a sua própria cerveja. Por meio do Danilo, temos hoje grandes amigos associados fazendo cerveja em casa, com prazer e com reconhecimento, inclusive de grandes concursos. Para se ter idéia, Danilo já formou mais de 120 pessoas em seu curso prático.

Ao amigo Danilo Mendes, os nossos votos de felicidades, alegrias, sucesso pleno e que continue conosco crescendo esta associação no Brasil e no mundo!

Um grande abraço do amigo Henrique, em nome de todos os associados da AcervA Mineira!

Saúde! Pão e Cerveja!
Terça, 09 Fevereiro 2010 14:30

Charlie Papazian


Cerveja artesanal brasileira no outro Vale Dourado
4 de Fevereiro, 9:50Beer Examiner

Publicamos a tradução do Artigo de Charlie Papazian em português. Créditos: Tiago Falcone.

“Eu fiz da cerveja a minha vida e agora eu sou um homem muito feliz.”
Muito tempo atrás no Vale do Ouro Trapistas Belgas fundaram a cervejaria Orval, literalmente traduzido como Orval. No Brasil uma pequena cervejaria emergiu de suas próprias humildes origens no Vale do Ouro (http://www.falkebier.com.br/localizacao.asp), uma área próxima à cidade de Belo Horizonte no estado de Minas Gerais.
Eles dizem que Minas Gerais tem mais de 8.000 destilarias de cachaça e 7 micro cervejarias. Cachaça é um tipo de rum brasileiro feito com açúcar de cana não refinado, ao invés do açúcar refinado. A arte e a diversidade são impressionantes. Oito mil não é um erro de impressão, mesmo que a maioria digamos que seja “não-oficial” (wink-wink), se você sabe o que significa, se não, deixa pra lá.

Novos micro cervejeiros são relativamente bem recebidos nesse montanhoso estado, rico em minerais e em sede por bebidas alcoólicas. Marco Falcone é um desses cervejeiros fortemente ligados, tendo fundado sua cervejaria, Cervejaria Artesanal Falke Bier em 2004. No Vale do Ouro ele diz que é a cervejaria no Brasil localizada em maior altitude, 1200 metros. Suas cervejas são criativas, requintadas, inovadoras e merecem ser saboreadas.
Um engenheiro eletricista por profissão, Marco trabalhou em usinas hidrelétricas por muitos anos. Sua primeira produção caseira de cerveja foi nos anos 80, fazendo produções para beber nos fins de semana no sítio da família. Ele perdeu o interesse e parou de fabricar em 1988. Fatalmente ele visitou a Alemanha 6 ou 7 anos atrás. Ali ele se deu conta que as cervejas alemãs que tomou lembravam a sua cerveja caseira. Sua visita de uma semana se tornou uma intensiva viagem de 3 meses visitando cervejarias e aprendendo tudo o que pôde na Alemanha, Bélgica e Dinamarca. A Falke Bier agora é um negócio de família.
“Eu fiz da cerveja a minha vida e agora eu sou um homem muito feliz.” diz Marco.

No centro de degustação da cervejaria eu provei várias cervejas Falke com queijos artesanais de Minas Gerais e em cada página das cervejas no site, uma música é harmonizada com cada escolha e merece cliques. Provei Estrada Real IPA (estilo inglês) com Parmesão curado, Falke Pilsner com suave Queijo Canastra e Ouro Preto Dunkel com Gorgonzola. As cervejas escuras ele torra seu próprio malte em uma torradeira de café.

Sempre há música tocando, um vídeo de cerveja toca no monitor, o gramado e a floresta lá fora são de um verde brilhante. Seu “campo” de cevada de 1 metro quadrado dá uma sensação de ligação com a agricultura. Ouço o som de mais uma cerveja sendo servida. Marco está distraído, seu toque de celular é uma gravação de uma de suas cervejas sendo servida em uma taça.

Um relógio na cervejaria avisa que não é permitido beber cerveja antes das 19 hs. Todas as horas do relógio são 19 hs. As escadas que levam para a cave da Monasterium são vigiadas por um monde com sua cerveja.

Sua Tripel brasileira belgo-inspirada de 9% é a Monasterium. Ela tem toques de coentro e cítrico e é muito comentada entre entusiastas de cerveja no Brasil com acesso à sua reduzida produção. Em 2008 venceu o prêmio brasileiro da indústria de alimentos e bebidas, o Tecno Bebida Award, por Produto Mais Inovador.

As experiências sensoriais são constantes. Uma nova cerveja surge e sua história toma seu lugar na mesa antes de mim. “Essa próxima cerveja que você irá provar não está à venda, porque eu acho que o governo não vai saber como classificá-la, então eu só a dou a amigos como presente. Só há 300 garrafas desta cerveja.”

É a sua Vivre pour Vivre. Antes de abrir a garrafa ele toca a música apropriada, do filme Vivre pour Vivre e então sorri enquanto desarrolha a garrafa. É um blend de suco de jabuticaba e sua Tripel Monasterium. Não é só uma velha Monasterium. Lógico que você já pode esperar uma nova música e uma nova história. A Monasterium da qual a Vivre pour Vivre é produzida é única. Leia.

Alguns anos atrás ele descobriu que uma produção de Monasterium tinha ficado láctica e ácida, ou seja, teve uma inesperada contaminação por lactobacilos. Ao invés de vender ou descartar ele manteve guardada por 3 anos. Após esse tempo, o sabor tinha ficado muito bom. Abrindo meticulosamente todas as suas garrafas envelhecidas em um fermentador, ele então adicionou um pouco mais que a mesma quantidade de suco de jabuticaba, levedo fresco e então refermentou por 10 dias, depois disso reengarrafou. A cerveja de 4,5% de álcool que resultou é gloriosamente magnífica.

Jabuticaba é uma fruta bem incomum que cresce direto no tronco da árvore e nos galhos principais dessa pequena árvore. Essa fruta preta/marrom/roxa tem que ser consumida ou usada imediatamente. Ela não dura uma viagem.

Vivre pour Vivre tem uma viva e infantil cor vermelho frutado, uma refrescante e bem balanceada acidez láctica e como tom suave um complexo e sutil sabor e aroma de pimenta de Sichuan.

Eu perguntei ao Marco: “Você é uma pessoa muito criativa – qual é a próxima coisa que você vê no seu horizonte?”. Sua resposta foi instantânea: “Minha visão mais longa é ajudar a fazer do Brasil um país cervejeiro.” Ele atende pelo nome “Falke”. Ele é um homem e cervejeiro honorável, com um objetivo honorável. Há outros que compartilham da sua visão. Mais sobre isso numa história futura.

Para ver o artigo original acesse http://www.examiner.com/examiner/x-241-Beer-Examiner~y2010m2d4-Brazilian-craft-beer-made-in-the-Valley-of-Gold#comments
Foto: Charlie Papazian
Terça, 09 Fevereiro 2010 14:51

Propaganda

Antarctica lança o seu "teste-cego"
Em resposta ao Desafio Kaiser, Ambev veicula comercial da AlmapBBDO estrelado pelo humorista Geraldo Magela
Por Fernando Murad08 de Fevereiro de 2010 às 10:56
A Ambev estreou na semana passada um comercial para Antarctica que pode render um novo capítulo na polêmica iniciada em novembro pelo "Desafio Kaiser". O filme "Troca", criado pela AlmapBBDO, é protagonizado pelo cantor e ator Sergio Loroza e pelo humorista cego Geraldo Magela. O enredo apresenta Loroza anunciando "o primeiro teste cego de verdade do Brasil" e garantindo que, para isso, "nada melhor que um cego". Outra alusão clara à concorrente é uma embalagem de cerveja com o rótulo vermelho e um xis branco no lugar da marca. Com a Antarctica em mãos, Loroza e Magela realizam seu teste com bom humor. Enquanto um bebedor garante que "nunca viu uma cerveja tão boa", o Ceguinho emenda: "Nem eu!".

A Femsa, dona da Kaiser, informou que não vai se manifestar sobre o assunto.A peça da Antarctica entra em veiculação meses após a Ambev ir à justiça para retirar do ar o filme "Desafio Kaiser", desenvolvido pela Fischer+Fala, que colocou a marca na lista dos comerciais mais lembrados de novembro, segundo a pesquisa Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo Datafolha e publicada com exclusividade por Meio & Mensagem. O filme apresenta os resultados de uma pesquisa realizada pelo Datafolha e auditada pela Ernst & Young que apontou empate técnico entre Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica e Nova Schin. Na ocasião, a Ambev conseguiu uma liminar que impedia a sequência da veiculação, mas poucos dias depois a Femsa conquistou o direito de exibição.A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1395 de Meio & Mensagem, que circula com data de 8 de Fevereiro de 2010.

Quarta, 10 Fevereiro 2010 09:38

Legislação

Impostos pesados no carnaval
Correio Braziliense - 09/02/2010 -->-->
TRIBUTAÇÃO

Folião paga taxa elevada durante a festa de Momo. Entre itens mais consumidos, carga chega a 54,8% do valor pago

Os brasileiros pagam muito imposto para brincar o carnaval. A carga tributária embutida nos produtos da folia, das fantasias aos instrumentos musicais, não merece festa. As bebidas, por exemplo, produtos bastante consumidos nos quatro dias da festa de Momo, são o ítem com a mais elevada taxação. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que fez um levantamento dos impostos cobrados sobre os artigos mais consumidos no período, a cerveja apresentou o maior percentual de tributos: 54,8%. Quem preferir beber refrigerante também não estará isento da taxação elevada. A bebida não alcoólica em lata embute 45,8% de tributos. Para usar um colar havaiano, um adereço bastante procurado no carnaval, o folião pagará 45,96% de tributos. De acordo com o presidente do IBPT, João Olenike, a explicação para a pesada carga de impostos sobre os itens “carnavalescos” reside no fato de eles serem considerados supérfluos. Olenike lembra que esses produtos, sem poderes para aliviar a crise econômica, passaram ao largo da desoneração tributária.

A lista do IBPT mostrou ainda que as fantasias de carnaval estão taxadas em 33,91% (as com arame) e 36,41% (as de tecido). O Fisco também abocanha 43,83% do preço pago pelo consumidor pelo confete e pela serpentina. A máscara de plástico paga 43,93% de imposto e a corneta, 34%.

Quarta, 10 Fevereiro 2010 16:34

História




Bakûn Gondårh: As Origens da Festa Pagã de Belo Horizonte

O Bakûn Gondårh, também conhecido pelos seus fiéis seguidores como “O Ritual da Bacia” ou “Ritual da Cerveja na Bacia” no idioma Draghenviir, é um movimento cervejeiro criado no ano 2000 CC pelo Daniel Gontijo, produtor caseiro de cervejas artesanais da Smedgård.

Este movimento começou com seus amigos de escola, colegas de faculdade e camaradas dos lendários jogos de RPG dos anos 90. O objetivo era promover encontros para beber cerveja entre os camaradas, comer carne de porco, caçar fêmeas, celebrar a passagem das estações, comemorar vitórias e aniversários. Ganhou proporções maiores em festas particulares, formaturas, churrascos e cervejadas públicas da PUC a partir do ano 2002 CC, onde dezenas de pessoas compartilhavam entre elas uma grande bacia de cobre repleta de cerveja, gritavam palavras de fúria como se pertencessem a uma horda de bárbaros pagãos prestes a invadir um mosteiro medieval, promovendo a diversão de outras dezenas de pessoas presentes no local.

Não foi de se estranhar que esses urros de guerra com cunho barbárico chegaram aos prédios de engenharia da PUC e passaram a assustar todas as mulheres que ousassem passar pelo local. Todas se tornaram princesas e recebiam preciosos louvores dos loucos beberrões!

Entre umas e outras estações, alguns eventos chegaram a ter a distribuição de cerveja interrompida pelos bares devido ao nível entorpecente e de exaltação que grande parte dos participantes se encontravam. Outros eventos chegaram a ter ameaças de polícia na vizinhança dos bares devido ao horário noturno e à gritaria oriunda da festividade. Enfim, em qualquer situação, a festa era garantida e imortalizada com boas risadas e fotos!

Em meio a tantos casos divertidos e curiosos neste ritual que teve já tantas turmas participando, nenhum desses impasses impediu que o evento perdurasse e chegasse aos seus 10 invernos de atividade. Dezenas de litros de chopp e cerveja são consumidos em um período curtíssimo de tempo quando a horda de beberrões do Bakûn Gondårh chega ao evento. Em uma cervejada da PUC nos primeiros anos do evento, foi tamanha a voracidade dos participantes que a bacia que comportava pouco mais de 7 garrafas de cerveja ficou pequena perto das dúzias de garrafas consumidas por 10 pessoas em cerca de meia hora de baderna. Isso foi motivando várias pessoas ao redor a beberem também com os participantes e em questão de minutos, a festa estava tomada por pessoas gritando com copos, festejando e com a bacia de cerveja na mão. A festa virou euforia! A euforia virou insanidade!

A inspiração para a criação de tal evento nas Minas Gerais, Terra das Forjas e Fundições do Brasil, foi o resgate cultural das festividades sociais pagãs que aconteciam no norte da Europa em tempos Pré-Cristãos e que infelizmente com o passar dos séculos foram sucumbindo perante o domínio da cristandade nestas regiões.

Com muita sorte e dedicação das pessoas especiais que preservaram tais práticas, mesmo sob perseguição ferrenha da então poderosa instituição católica denominada Igreja ou Casa de Deus, nem tudo foi destruído e conseguiu-se obter diversos registros e histórias de tais eventos, os quais podem ser comprovados pelo conhecimento transcedental passado de pai para filho e em livros e poemas da antiguidade, como por exemplo as sagas islandesas de Snórri Storluson, poemas escáldicos e o mais famoso clássico da literatura anglo-saxônica, Beowulf.

Em norueguês antigo (norrønt) esse ritual era conhecido como Sumbl. Ao contrário do Bakûn Gondårh o Sumbl não promovia badernas nem gritarias por parte dos celebrantes. Ao modelo nórdico de ser, acredita-se que ele era um pouco mais comedido e formal. O principal motivo do Sumbl era prestar juramentos de honra, celebrar socialmente as vitórias, acomodar banquetes das famílias, acolher reuniões importantes e compartilhar cervejas e hidroméis entre os presentes.

O perfil do belohorizontino veio a calhar e seu trato para com os bares, com a cerveja e com a vida boêmia contribui para a criaçao da baderna no Bakûn Gondårh, que foi imortalizado por todos pelo grito de guerra “OOOOOEEEEE”, que curiosamente lembra e remete a palavra cerveja em noruguês i.e. øl (oel). Salvo em casos específicos na Escandinávia e nas terras da antiga Germânia, antes de algumas batalhas, guerreiros de outrora se embreagavam com cervejas psicotrópicas e hidroméis de ervas altamente alcóolicos antes das batalhas, pois assim eles somente parariam de rasgar seus inimigos com lâminas cegas se morressem e não sentiriam as dores das feridas de espadas, flechas e machados ao longo dos combates. Um brinde aos Berserkir e que descansem eternamente no Valhalla! Skøl!

Assim como as cervejas produzidas artesanalmente pela Smedgård desde o inverno de 2007 CC, o Bakûn Gondårh também contribui efetivamente para a preservação da cultura pagã e da prática de simples costumes entre as pessoas em um planeta que se encontra parcialmente dominado por valores judaico-cristãos e pelas práticas exacerbadas de consumo. O Ritual Bakûn Gondårh não suporta nenhuma ideologia nem traz mensagens antireligiosas, ao contrário que muitas pessoas desinformadas podem pensar. O propósito final é somente confraternizar entre pessoas que gostam de cerveja e preservar uma cultura especial que foi quase extinta da curta história de nossa existência.

Um cavalo para Odin! OOEE
Um bode para Thor! OOEE
Um javali para Frey! OOEE
Uma Smedgård para você!!! OOOOEEEE

Daniel Draghenvaard (Cervejaria Smedgård) convida os confrades da Acerva MG para comemorar 10 anos de Bakûn Gondårh!! Não perca!

Aprenda algumas das palavras proferidas em Draghenviir durante o Bakûn Gondårh: Clique no link abaixo e veja uma apresentação sobre paganismo feita na PUC na disciplina de Ciências da Religião:

Veja alguns vídeos sobre um dos Bakûn Gondårh que ocorreu em Março de 2008, ocasião na qual a Smedgård sagrou-se campeã do Festival de Cervejas Artesanais em MG:

http://www.youtube.com/watch?v=8XPXdV5ZjZs&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=5QuGP7o1yLs&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=JCvmP4XQsEE&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=6pkfOX29Nao&NR=1

Por: Daniel Gontijo
Cervejeiro - Smedgård Cervejaria
Þorri mánaðr ΔГ .¦. 31/01/2010 CC .¦. 23.’.Throndîrh.’.11758 HR
Quinta, 18 Fevereiro 2010 08:31

Pesquisa

Cerveja faz bem aos ossos
A cerveja pode ser um terror para a barriga, mas também um "remédio" para os ossos, tornando-os mais fortes. A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que apontam que a bebida é uma fonte significativa de silício, um componente importante para a manutenção da densidade dos ossos. Com isso, as pessoas sofreriam menos de doenças como a osteoporose.

Os pesquisadores analisaram o processo de produção de cerveja comercial para determinar a relação entre os métodos de fabricação e a quantidade de silício existente em cada tipo da bebida.
De acordo com os cientistas, a cerveja aparece como uma fonte importante do silício, que está principalmente na cevada.

No estudo foram analisadas cem marcas comerciais de cerveja. A concentração de silício varia entre 6,4 ml por litro e 56 ml por litro.

Publicado em: 14/02/2010
http://www.otempo.com.br/supernoticia/noticias/?IdNoticia=39849
Mais sobre Silicio / Saúde
http://www.toquefeminino.com.br/v2/beleza/421-alimentos-formadores-de-colageno-

SILÍCIO - aveia, cevada, salsa, nabo, avelã, feijão, centeio, trigo, banana, alho, alcachofras, Alho porro,Cebola, Aspargos, Mel, Morango, Nabo, Pepino, Pinhão, Tâmara.
Quinta, 18 Fevereiro 2010 08:41

Reportagem


Não tem "bandido e mocinho".
por Sady Homrich

A diferença é que os grandes conglomerados tem para si a missão defabricar dinheiro e usam a cerveja comercial para esse fim. Bebe quemquer.Essa dicotomia é primária. Alguns culpam o governo por permitir que acerveja seja feita assim.

A legislação para a indústria de bebidas nãopode privilegiar apenas 2% de interessados, que é o efetivo mercado decervejas realmente especiais.Ao mesmo tempo que acho importante a existência dos grupos radicais -em qualquer atividade humana - gostaria que os cervejeiros andassemcom os pés no chão.Não gosta da cerveja comercial, põe a mão no bolso e compra aespecial. Ainda não gostou, faça a sua. Menos discussão e mais ação.

As galinhas não tem escolha: são obrigadas a comer a ração que seu dono compra.

Como diz o excelente home-brewer Alessandro Ren, de Sapucaia (RS):"SHOW ME THE BEER!"

Sady é o Baterista da Banda Nenhum de Nós, especialistas em cervejas e difusor da cultura cervejeira no Brasil. Esse é um dos nossos!
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