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Terça, 02 Março 2010 10:43

O Tempo II


Expansão
Retransmitimos a seguda parte do artigo do jornal O Tempo

BH é polo de microcervejarias
Para empresários, concentração dá visibilidade ao produto mineiro.


Não bastasse ser a capital do bar, Belo Horizonte também é conhecida como polo de microcervejarias, com cinco fábricas. A concentração, em vez de gerar concorrência, gera visibilidade para o produto. Segundo o diretor financeiro da Associação de Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais (Acerva Mineira), Danilo Mendes, há mercado para 20 microcervejarias na cidade e seu entorno.

“É bom para todos. É um mercado ainda novo”, diz o sócio e diretor da Wals, Tiago Carneiro. A marca foi criada em 2000 como fábrica de chope e há dois anos começou a fabricar também cervejas, hoje disponíveis em cinco rótulos. Para 2010, a expectativa é crescer 30%.

A Backer, outra marca mineira, estima em 20% o crescimento para este ano. De acordo com o diretor da empresa, João Roberto Pires, as vendas crescem em várias frentes: supermercados, bares, restaurantes e quiosques que a empresa tem em shoppings da capital e no Mercado Central. Esses quiosques são uma forma de levar a cerveja para mais perto do consumidor. “As microcervejarias estão reeducando o consumidor, que é acostumado a apenas um tipo de cerveja”, diz.


Se depender dos cervejeiros da cidade, outras microcervejarias chegarão ao mercado em breve. O representante comercial Felipe Viegas, por exemplo, faz cerveja em casa, num espaço batizado de “Taberna do Vale”. São cerca de 150 litros por semana, que ele vende para amigos. Por enquanto.


“A ideia é investir para que fabricar cerveja deixe de ser hobby. Mas para isso ainda tenho que estudar muito”, diz. Na Taberna também há cursos sobre a cultura cervejeira.


Quinta, 04 Março 2010 10:02

Microcervejaria SantAna - Lavras MG

No dia 15 de Fevereiro de 2010 (Pleno carnaval),foi feito o StartUp dos novos equipamentos que a microcervejaria Sant'Ana acabara de adquirir.
A cervejaria Sant'Ana já produzia cerveja (refermentada na garrafa) artesanalmente a mais de dois anos na cidade de Lavras. Produtos de alta qualidade e padrão.
Devido o aumento da procura por seus produtos por consumidores locais, os empresários adquiriram equipamentos maiores e mais automatizados. A produção inicial é de 2.500 litros/ mês.
Programação / automação das brassagens por Software

Produtos (já registrados no MAPA)

Chopp Pilsen (Formulada pelo Brewmaster com exclusividade para Sant'Ana)

Cerveja Red Ale ( Já tinha em produção ) - Garrafas
Cerveja Weissbier ( Já tinha em produção ) Garrafas
Cerveja Imperial Stout ( Já tinha em produção ) Garrafas

Algumas fotos dos equipamentos em operação.








--
Att
Evandro J. Zanini
BREWMASTER
Sexta, 05 Março 2010 15:37

Associados - Taberna do Vale


Amantes da cerveja aprendem a produzir a própria bebida

Retransmitimos com prazer a reportagem de Eduardo Tristão Girão, nosso amigo do Jornal Estado de Minas que sempre nos apoia na cultura cervejeira. Boa Leitura! Foto:Edu Girão.

Se você gosta de cerveja e ainda não ouviu falar de homebrewing, é bom correr ao dicionário de inglês-português. A expressão se refere ao movimento de apreciadores que produzem a bebida em suas próprias casas – muitas vezes, com os utensílios habituais da cozinha. Ao que tudo indica, esse hobby gourmet nasceu nos Estados Unidos há cerca de 30 anos, mas só em meados da década de 2000 surgiram no Brasil as primeiras associações de cervejeiros caseiros. Atualmente, a mania se alastra por lares e bares de Belo Horizonte. Nada mais natural do que aparecer gente para ensinar, caso dos entusiastas Felipe Viegas e Danilo Mendes, sócios da Taberna do Vale, no condomínio Vale do Sol, em Nova Lima. Não é bar, nem restaurante. Trata-se de espaço especificamente destinado a quem quer se iniciar na produção de cerveja em âmbito doméstico. O surgimento de um local como esse reflete o novo perfil de consumidor: gente que torce o nariz para as grandes cervejarias, conhece rótulos importados e descobriu o (grande) valor dos pequenos produtores nacionais. Dado o refinamento de paladar, o próximo passo não poderia ser outro: fazer cerveja personalizada. E quem resolve se aventurar por esse verdadeiro universo descobre que ele é imenso – há quem diga, mais complexo que o do vinho. O curso oferecido pela dupla tem três módulos. “O primeiro é a introdução ao universo da cerveja, voltado para o consumidor totalmente inexperiente no segmento de cervejas especiais”, explica Felipe. São abordados conceitos básicos como estilos da bebida e de degustação, em formato de bate-papo. Esse módulo custa R$ 100, tem duração de três horas e inclui degustação de cinco rótulos (um deles produzido no local) harmonizados com petiscos feitos por chefs convidados. Neste fim de semana, por exemplo, quem vai preparar a comida é o chef Adriano Santos, do Haus München.

O segundo módulo (R$ 100, três horas de duração) é o mais teórico. Felipe e Danilo explicam minuciosamente cada uma das etapas da produção artesanal de cerveja. O processo é longo, trabalhoso e exige extrema higiene e atenção, pois pequenos descuidos podem comprometer o processo. Mas isso não significa que leigos ficam de fora. “Há grandes cozinheiros que não sabem fritar um ovo”, garante Danilo. Trata-se de ensaio para o módulo final, no qual os alunos colocam a mão na massa para produzir a bebida. Na ocasião, todos têm a oportunidade de experimentar, em média, três rótulos.

Maturação: O último encontro da turma (R$ 150, oito horas de duração) consiste na aplicação de tudo o que foi aprendido: noções de higine específicas para o processo, moagem do malte, rampa de brassagem e uma série de etapas que termina com a maturação da cerveja em grandes galões. “O que é produzido na aula não é bebido na hora pelos alunos, pois demora no mínimo 15 dias para maturar”, explica Felipe. Terminado esse período, necessário para chegar à cerveja ao ponto, os alunos se encontram rapidamente só para ver o envase em garrafas próprias. Ninguém fica chupando dedo: quem quiser, pode comprar quantas quiser.“Ao final, são todos cervejeiros artesanais formados. Não usamos o termo ‘caseiros’, pois parece coisa de fundo de quintal. Não são mestres-cervejeiros, mas fazem cerveja”, garante Felipe. As turmas regulares já estão preenchidas até maio. Para fazer o curso antes disso, é preciso se organizar em grupo fechado de 10 a 20 pessoas. Quem já tem conhecimentos básicos sobre cerveja pode pular para o segundo módulo. Os que optarem por fazer todos os módulos ganham desconto de 10% e levam para casa duas garrafas produzidas no curso, além de apostila com todo o conteúdo.

TABERNA DO VALE: Rua Tebe, 278, Vale do Sol, Nova Lima. (31) 9136-8484 e (31) 9985-3458.

Segunda, 08 Março 2010 08:51

Cervejas de Frutas

Cupuaçu ou manga? Pesquisadores paraenses criam cerveja com sabor de frutas
Cotidiano
03/01/10 às 09h31min
Retransmitimos a reportagem do Diário do Pará.

Pará - Loira, gelada, com álcool, sem álcool, de chocolate, light. Ela possui vários tipos e denominações e tem pelo menos dez mil anos de existência, sendo apreciada primeiramente pelos povos da antiga Mesopotânia e pelos egípcios.

Assim é a cerveja, bebida cujo consumo aumenta 0,28% no Brasil, sempre que aumenta o calor.Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), que indica o Brasil como quarto maior consumidor de cerveja no mundo, perdendo apenas para China, Estados Unidos e Alemanha. Na região Norte, em que as temperaturas ultrapassam os 34 graus, muitos se rendem à apreciação da bebida.Pesquisadores do curso de Tecnologia Agroindustrial da Universidade do Estado do Pará (Uepa), após um trabalho de conclusão de curso, passaram a desenvolver cursos de extensão que ensinam a arte de produzir cerveja em casa, com baixo custo e fácil produção. Tudo com uma diferença: elas podem ter o sabor de frutas regionais, como cupuaçu, bacuri e manga.“Para se ter uma boa cerveja, basta a cevada, lúpulo, levedura e uma boa água. A fabricação é muito simples, já realizamos com sucesso a produção de cervejas de frutos da região, e também de maçã, acerola, morango e abacaxi. Em princípio, pode ser feita cerveja de qualquer fruta”, diz Marcos Eger, pesquisador responsável pelos cursos.As cervejas produzidas no curso possuem um teor alcoólico de 1,3 a 5%. Até agora, a produção realizada nos laboratórios de tecnologia se limita a 20 litros, ou seja, 33 garrafas de 600ml.Com a fabricação caseira, pequenos produtores do estado poderiam se beneficiar da criação de microcervejarias de frutas regionais. “Na Alemanha, por exemplo, não existem grandes cervejarias, o que existe são pequenas cervejarias que atendem a pequenas regiões. Se fabricada no interior do estado, por exemplo, teríamos um produto próprio, de baixo teor alcoólico, rico em proteínas e que pode gerar um bom lucro, já que o custo é pequeno e pode ser vendido por um valor mais baixo do que o cobrado por outras cervejas”, diz.

De acordo com o pesquisador, o mais importante na fabricação caseira da cerveja é a higiene. “Para uma produção pequena e caseira, com muita higiene e cuidado, após sete dias fermentando dentro da garrafa é só abrir e apreciar, já que nesse caso a produção não deve ser armazenada, e sim consumida após pronta. Já para ser comercializada, há uma série de análises, especificações e normas a serem cumpridas para que essa cerveja passe a ser vendida”, esclarece.A próxima ação é aproximar as comunidades do interior junto aos núcleos da Uepa neste projeto. Já foram realizados cursos em Belém, Paragominas, Marabá e, recentemente, em Cametá, onde os pesquisadores convidaram os empresários locais para experimentar a cerveja de acerola.A cerveja é produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada, e acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas com álcool a serem desenvolvidas pelo ser humano. A produção da cerveja tem um total de 15 etapas, que vão desde a separação dos grãos, moagem e maltagem, até a fervura, mosturação, pasteurização e armazenamento.

Terça, 09 Março 2010 11:21

Legislação e Tributos


Caderno Legislativo de Tributos - "Série Legis" no.15

A AcervA Mineira informa, por meio de seu caderno legislativo, os atos tributários do Governo do Estado de Santa Catarina. Para mais informações consultem os seus assessores jurídicos.

ATO 4 DIAT, DE 17-2-2010
(DO-SC DE 18-2-2010)
– Data da publicação informada pela SEF – SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Bebida

Alterados valores da substituição tributária do ICMS nas operações com bebidas
Foram fixados os novos valores a serem adotados como base para o cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações internas com cerveja, chope e energéticos, com efeitos desde 17-2-2010, bem como retificados os valores para chope claro e escuro da Cervejaria Bierbaum, no período de 1-10-2009 a 16-2-2010. Fica alterado o Ato 101 DIAT, de 18-12-2009 (Fascículo 53/2009).

O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA, no uso de suas atribuições estabelecidas na Portaria SEF nº 182/07, de 30 de novembro de 2007, e considerando o disposto no art. 42 do Anexo 3 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 2.870, de 27 de agosto de 2001, e no § 3º do inciso II do art. 41 da Lei nº 10.297, de 26 de dezembro de 1996, RESOLVE:

Art. 1º – Alterar, no Ato Diat nº 101/2009, os valores de Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF):
I – relativamente a Cerveja e Chope, para a Inab, Cervejaria Joinville, Kilsen, Cervejaria Bierbaum e Eduardo Bier, os valores ficam fixados nos termos do Anexo I deste Ato;
II – relativamente a bebida hidroeletrolítica e energética, para a Multidrink, JPG, Energia Internacional e West Paraná, os valores ficam fixados nos termos do Anexo II deste Ato.

Art. 2º – Os PMPFs do litro de chope claro e escuro, para a Cervejaria Bierbaum, ficam retificados para:

I – R$ 7,46, no período de 1º de outubro de 2009 a 31 de dezembro de 2009;
II – R$ 7,78, no período de 1º de janeiro de 2010 a 16 de fevereiro de 2010.

Art. 3º – Este Ato entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir do dia 17 de fevereiro de 2010. (Edson Fernandes Santos – Diretor de Administração Tributária)

ATO DIAT Nº 004/2010 – ANEXO I
VALORES DE BASE DE CÁLCULO DO ICMS-ST PARA CERVEJA E CHOPE
VIGÊNCIA A PARTIR DE 17 DE FEVEREIRO DE 2010
(OS PMPFS PARA OS DEMAIS FABRICANTES, IMPORTADORES E DISTRIBUIDORES PERMANECEM INALTERADOS)

Fonte: Coad. http://www.coad.com.br/login/newstrib.php?codigo=czo1OiIxMzA2NyI7
Micro Cervejaria Colorado promove o Brew Day
Trata-se de um grande evento onde reunirá personalidades do cenário cervejeiro nacional, entre donos de bares, mestre cervejeiros, blogueiros e grande mídia.

Um evento imperdível! Ainda a micro cervejaria disponibilizou uma cozinha caseira para as AcervAs executarem uma brassagem coletiva de uma das cervejas da casa. Certamente regado a muita Cerveja Colorado que conhecemos.

Dia 27 de março apartir das 10:oo horas! Estão todos convidados!
Contato: Rodrigo Nikima - Gerente de marketing
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (16) 3441-5090.
Sexta, 12 Março 2010 09:31

Artesamalt

Artesamalt de cara nova e site quase pronto!

A turma de Capim Branco não deixou por menos! Para a alegria dos cervejeiros eles desenvolveram uma bonita choperia bem na Savassi em frente à saída lateral do Pátio Savassi. A rua Lavras apesar de estreita não é problema para que quiser prestigiar a Artesamalt Chopperia.

Há estacionamento bem ao lado do restaurante e há um ponto de taxi bem ao lado do shopping. Então não tem desculpa para dar um pulo lá!

Em estilo rústico, a casa é de fato muito bonita e agradável. Conta com uma boa carta petiscos e o chope muito bem tirado. O atendimento e o serviços dos garçons é impar! Um local interessante para passar bons momentos com os amigos!

O site ainda está em construção, mas pelo visto ficará muito bacana.

A Artesamalt Choperia fica na Rua Lavras 158. Reservas 3657-7000. http://www.artesamaltchoperia.com.br/
Sexta, 05 Fevereiro 2010 10:57

Industria Cervejeira

Fabricantes apostam em alta de 14% nos negócios


A indústria de bebidas em Minas Gerais prevê crescimento de 14% nos negócios em 2010 na comparação com o ano passado. Segundo o superintendente do Sindicato da Indústria de Cervejas e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindibebidas-MG), Cristiano Lamego, as projeções positivas decorrem do bom momento da economia brasileira, do aumento da temperatura e da realização da Copa do Mundo, que acontece em junho e julho, na África do Sul.De acordo com ele, ao contrário dos demais segmentos da indústria nacional, o setor de bebidas não foi afetado diretamente pela crise financeira internacional. Além disso, o reaquecimento econômico devolveu o poder de compra da população e isso interferiu nos negócios."Nos últimos cinco anos, temos apresentado crescimentos expressivos e isso está refletindo no desenvolvimento da economia de Minas, já que muitas empresas de fora estão se instalando no Estado, enquanto outras estão aumentando a capacidade de produção", disse.Ainda segundo Lamego, a expectativa do Sindibebidas-MG é que o desempenho do exercício passado - que ainda está sendo calculado - siga o mesmo ritmo de crescimento verificado em 2008, quando o setor registrou alta de 13,83% no faturamento. Conforme ele, este aumento foi beneficiado pela venda de cervejas, refrigerantes e sucos.O superintendente destacou ainda a elevação da produção de cervejas artesanais no Estado, que vem apresentando desempenho superior à média do setor. Produzidas em pequena escala, elas caíram no gosto do consumidor. Em virtude da demanda, as microcervejarias devem encerrar 2009 com receita 40% superior à registrada em 2008.A realização da Copa do Mundo na África também influenciará o crescimento do setor. Segundo Lamego, no período (junho e julho) - que geralmente é marcado por queda de 18% no faturamento, devido às baixas temperaturas - a procura por refrigerante e cervejas deverá se manter nos patamares dos meses anteriores, garantindo o resultado positivo do acumulado do ano.

No ano passado foram produzidos 14,3 bilhões de litros no país, 1,35% a mais do que no exercício anterior. De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), o setor de bebidas foi um dos três segmentos que tiveram crescimento na produção industrial de 2009, apresentando alta de 5,1%, enquanto a média geral da indústria brasileira foi de -7,4% na mesma base de comparação. Dados da entidade indicam que a produção fechou o ano passado em de 14,3 bilhões de litros, 1,35% a mais do que em 2008.
Segundo o diretor-executivo da Abir, Paulo Mozart Gama e Silva, Minas é um dos estados que mais contribuíram para este incremento, já que representa o terceiro maior mercado para a indústria, ficando atrás somente do Rio de Janeiro e de São Paulo, primeiro colocado. "A tendência para os próximos anos é de que o Estado contribua ainda mais, pois conta com uma economia bem estruturada e alto potencial para instalação de empresas", disse.Quanto às perspectivas para 2010, Silva acredita ser um pouco cedo para fazer projeções. No entanto, ressaltou que se a indústria manter a média de crescimento de 6% dos últimos exercícios, estará ótimo. "Este ano tem tudo para ser ainda melhor do que 2009. Além das temperaturas estarem mais altas, ainda contaremos com um evento esportivo mundial que estimulará o consumo de bebidas no país", ressaltou.
Fonte: Diário do Comercio, 5 de fevereiro de 2010. http://www.diariodocomercio.com.br/index.php?conteudoId=70948
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