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Sexta, 20 Agosto 2010 02:28

Industria Cervejeira


Devassa mais perto de você

A Schincariol pretender abrir 63 microcervejarias nos próximos quatro anos, em um programa que vai consumir cerca de R$ 81 milhões – todas as unidades terão a marca Devassa.

“Nosso foco será o consumidor mais exigente” ... comentou Francisco Duarte, presidente da Sonar, empresa criada pela Schincariol para cuidar desse nicho.
“Abriremos microcervejarias apenas em bairros nobres e cidades estratégicas”.

Na lista estão locais como Jardins e Higienópolis, dois dos bairros mais caros da capital paulista. Outras unidades serão abertas em cidades paulistas como Campinas e Ribeirão Preto e capitais como Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Salvador (BA).

Desde 2007, quando começou a comprar marcas de cervejas especiais como Baden Baden, Eisenbahn e Devassa, a Schin vem cortejando a elite, mas sua presença está concentrada em São Paulo e no Rio.

Há muito para explorar. Enquanto o mercado brasileiro de cervejas comuns cresceu 23% em 2009, o de cervejas especiais deu um salto de 115%, segundo dados da Nielsen, com um total de R$ 1,4 bilhão em vendas. A expansão da rede de microcervejarias Devassa é a aposta da Schincariol para conquistar o mercado de cervejas premium.

“É um movimento interessante, já que a marca se posiciona como voltada ao público de alto padrão e não ao de massa”
... diz Bruno Abdo Maia, sócio da consultoria de marcas Face Brand. Segundo ele, a vantagem é que, até agora, a Schin é a única das grandes cervejarias a ter prestado atenção no segmento de microcervejarias.

Fonte: Isto É Dinheiro
Sexta, 20 Agosto 2010 02:34

Cursos

Cultura Cervejeira

Prezados Confrades, Boa noite!
Estão abertas as inscrições para a III Turma do Curso de Análise Sensorial de On Flavors na Cerveja - Módulo I. A próxima edição do Módulo I ocorrerá no dia 11 de setembro deste ano, com duração de 5h.

Este curso tem ampla formatação e os participantes são convidados ao estímulo e ao aprimoramento sensorial de diferentes estilos de cerveja. O treinamento objetiva a orientação e a formação de degustadores e permite se conhecer profundamente os elementos que diferenciam os estilos de cervejas.
Utilizamos amostras de compostos importados, que simulam aromas e sabores que qualificam positivamente as cervejas, definidos como "on flavors", que a partir destas degustações são enfatizados, em apresentação didática, aspectos moleculares e físico-químicos destes compostos, suas origens no processo de fabricação, além de aspectos relevantes para seus respectivos controles.

Neste módulo especificamente trabalhamos cervejas tanto de alta quanto de baixa fermentação, com análise de um flavor característico de cervejas lagers, trabalhamos também as cervejas de trigo, com dois outros compostos evidentes nestas cervejas e ainda com cervejas de longa maturação, a partir da análise sensorial de dois outros compostos evidenciados em cervejas mais complexas e de longa guarda.

O Módulo I do Curso de Análise Sensorial de On Flavors na Cerveja ocorre normalmente aos sábados, tem transporte e material inclusos. Acontece no Espaço de Degustação e Análise Sensorial da Cervejaria Falke Bier,tecnicamente projetado para este tipo de atividade - sendo isento de aromas e odores, barulho e com infraestrutura completa.
Os participantes ainda tem a oportunidade de conhecer as instalações da cervejaria e após as análises, realizamos também uma degustação orientada de diferentes estilos de cervejas onde são identificados os compostos trabalhados durante o curso.

O investimento é de R$190,00 para público em geral e
R$160,00 para associados ACervA e CONFECE
, pagamento a vista em depósito em conta corrente.

No mais, quaisquer outras dúvidas, entrem em contato!
Outros detalhes no cartaz em anexo.
Mais uma vez muito obrigada,
Atenciosamente,
NEC - Núcleo de Estudo da Cerveja
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Gabriela Montandon
Paulo Patrus
Marco Falcone
Sábado, 04 Setembro 2010 16:32

Design


Designer cria estrutura para armazenar e expor cervejas raras em bares

O designer australiano Chijoff Jones desenvolveu um produto inovador, o BeerVault. Trata-se de um mostruário para expor cervejas raras. A ideia do produto surgiu quando o designer constatou que um dos maiores problemas vividos na rotina de bares que servem cervejas caras: encontrar uma forma segura e eficiente de armazenar e mostrar aos clientes essas garrafas com conteúdo tão raro (e caro).

O designer foi contratado pelo bar Biero, na Austrália, para resolver o seu problema de amostragem. O Beer Vault é um mostruário de acrílico iluminado e suspenso capaz de conservar a bebida em condições idéias para ser consumida. A cerveja é mantida sob a mesma pressão a que estaria submetida na garrafa.

Por enquanto o designer disponibliza o seu produto apenas para locação, e já está trabalhando em um novo dispositivo para armazenar vinho.

Fonte:http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/1,,EMI168248-17180,00.html

Foto:revistapegn
Sábado, 04 Setembro 2010 16:37

AcervA Paulista


ACerva Paulista prestigia a MicroCervejaria Rofer em Itupeva

Retransmitimos a mensagem de Alex da Rós da ACervA Paulista.

Neste último dia 29 de agosto, tivemos mais um Encontro da Acerva Paulista. Desta vez fomos até Itupeva, uma cidade cerca de 15 km de Jundiaí/SP para visitar a Rofer Cervejaria
O lugar é espetacular, um misto de fazenda e cervejaria, local onde cada um nós sonha em se aposentar. Logo que chegamos, o Hugo(BackYard Bier) já estava nos preparativos de um churrasquinho na "casa-grande".

O anfitrião de toda essa farra é o Sr. Ernesto, dono da Rofer, que abriu a porteira da fazenda para nos recepcionar. A Rofer está instalada há dois anos e, serve chopes artesanal para a região. Atualmente eles produzem quatro tipos: pilsen, gold, ale e escuro. Todos os tipos de chopes são leves e feitos de puro malte.



O Sr. Ernesto também abriu as portas(e os tanques) da sua cervejaria. Mostrou por horas todo o seu equipamento e o processo de produção, só eu fiquei "alugando" ele pelo menos por uma hora. Outro detalhe interessante é a beleza do lugar, tudo organizado e decorado nos mínimos detalhes. No mezanino, fica o seu escritório. É de morrer de inveja para qualquer peão que trabalha nessas baias de empresa.



Acima o pessoalzinho babando nos fermentadores. Manetta, Mioto, o nosso novo colega Carlos e Marco, do Bar do Freguês, aqui de São Bernardo.



Pudemos também degustar os tipos de chopes da Rofer "in loco". Teve um pessoal que não saiu dessas torneirinhas, e não foi só nós, cervejeiros. Tinha muita mulher de cervejeiro por aí também. Vai que daí não sai uma confraria. Será?

Nosso encontro também teve nossas cervejas caseiras. A primeira que experimentei foi a do Hugo, chamada Kalevipoeg, uma Baltic Porter, bom a história dela é de um guerreiro ..., lembro apenas que tinha uns 9% de graduação alcoólica...rs. Muitos levaram cervejas também, não vou lembrar todas, mas tinha uma Black IPA do Manetta/Mioto, duas ESB dos Lamas e do Daniel, Porter do Barba Bier, cerveja do Guilherme, Alex, Brametta...
No final, já com o olfato avariado, o Alex Wirz ainda fez uma análise sensorial com um kit de essencias(Floral, Herbal, "Hoppy" e Madeira).
Bom, só posso dizer, que foi uma ótima tarde de domingo em companhias de velhos e novos amigos.

Até a próxima,
Alex da Rós
Fonte:http://www.cervejamecenas.com.br/2010/09/encontro-na-rofer-cervejaria-em.html

Sábado, 04 Setembro 2010 16:49

Descoberta


Cervejas "mais antigas" são retiradas de navio no Mar Báltico

02 de setembro de 2010 15h05 atualizado às 17h50

Mergulhadores encontraram nesta semana garrafas de cerveja que estavam em um navio naufragado no Mar Báltico, próximo à ilha de Aaland, na Finlândia. Pesquisadores acreditam que a cerveja encontrada pode ser a mais antiga do mundo. Segundo o porta-voz da equipe, Bjorn Haggblom, a descoberta ocorreu durante uma expedição de resgate de cerca de 70 garrafas de champanhe, iniciada na última terça-feira.

O navio que carregava a cerveja e o champanhe afundou no Mar Báltico no século IX, segundo historiadores. A equipe calcula que as garrafas de bebida tenham cerca de 200 anos. "Parece que estamos prestes a recuperar o champanhe mais antigo do mundo", afirmou Rainer Juslin, secretário permanente da educação do governo de Aaland e ministro da Cultura, em um comunicado. "As garrafas, que estão intactas no fundo do mar a uma profundidade de 50 m, estão sendo trazidas para a superfície", disse o comunicado do governo, acrescentando que cada uma das garrafas tem valor estimado em dezenas de milhares de euros.

No mês passado, mergulhadores encontraram as embalagens em bom estado na embarcação. Estudiosos acreditam que o champanhe e a cerveja faziam parte de uma remessa enviada pelo rei da França, Louis XVI, para a Corte Imperial da Rússia. Ainda não está claro quantos anos as bebidas têm. "A temperatura constante e os níveis de luz proporcionaram condições ideais para o armazenamento, e a pressão da água do mar nas garrafas impediu qualquer vazamento", disse o governo.

Com informações das agências AP e AFP. Foto:AP

Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4656995-EI8142,00-Cervejas+mais+antigas+sao+retiradas+de+navio+no+Mar+Baltico.html

Domingo, 12 Setembro 2010 21:29

Sites Interessantes I

Heineken

O site da Heineken está muito interessante para os cervejeiros e apreciadores da bebida. Iterativo, merece destaque os vídeos de mídia que são bastante divertidos na seção "Campanha". Há um link para o site da UEFA(http://www.uefa.com/) e o espaço heineken que cita as etapas de produção da cerveja.(http://www.heineken.com.br/brewery/) Veja mais detalhes em www.heineken.com.br.




Texto e Imagens: Márcio Rossi


Durante o curso de processos cervejeiros com Paulo Schiaveto em Junho 2009 ele comentara, sempre bem humorado, que o treinamento em análise sensorial formava "caçadores de defeitos". É verdade. Quem produz cerveja, em qualquer escala, busca de toda forma evitar que "flavors" indesejáveis prejudiquem o resultado. Isso tem seu sentido, afinal uma vez eliminados os defeitos, o que restar há de ser bom. Mas os holofotes ficaram apontados para os defeitos, ou off-flavors, dando-lhes muito mais literatura e conhecimento que sobre aromas, sabores e sensações que efetivamente nos interessam na cerveja.

Foi essa percepção que motivou o casal de biólogos Gabriela Montandon e Paulo Patrus da Cervejaria Grimor a desenvolver um curso de análise sensorial voltado para aquilo que se deseja em determinada cerveja. A idéia foi prontamente abraçada pelo Marco Falcone da Cervejaria Falke; a experiência do casal em eventos anteriores de análise sensorial somou-se à vasta experiência do Mestre Falcone para criarem juntos o NEC, Núcleo de Estudo da Cerveja.

Foram meses de pesquisas, estudos e reuniões para formatar o Curso NEC de Análise Sensorial de On Flavors na Cerveja. A brincadeira do "on flavors", na verdade um termo inexistente, teve o objetivo de romper com a visão de que análise sensorial seja treinamento em "off flavors". O curso toma toda uma tarde de sábado.

Os participantes se encontram em um ponto de Belo Horizonte, por vezes pouco antes do horário para um "aquecimento" com um almoço, tira-gostos e até mesmo uma cervejinha. Esta foi a terceira edição do curso cujas vagas se esgotam em horas. A turma se encontrou no Rima dos Sabores onde o chefe e cervejeiro Juliano serviu um fenomenal Pacu ao mollho barbucue. De lá partimos para a Falke Bier em uma van contratada pela organização; essa é uma coisa da qual o NEC não abre mão: todos devem sair e retornar com a van por dois motivos: segurança, afinal estamos saindo para beber, e integração porque o papo corre animado (mais na volta que na ida, é verdade).

Chegando à Falke há uma deliciosa visita guiada pelo próprio Marco Falcone às instalações da cervejaria, inclusive à cave onde matura a Monasterium. Concluída a visita, começa o curso em si no maravilhoso espaço degustativo da Falke, preparado especialmente para esse tipo de evento, inclusive com atenção a fatores como iluminação e ventilação. Parte da sala de aula segue metodologia de uma análise sensorial normal, usando inclusive produtos da Flavor Active cujas cápsulas contendo um determinado flavor isolado são adicionadas em um cerveja neutra produzindo concentrações 3 vezes superiores ao limiar médio de percepção. A amostra "batizada" é comparada à amostra padrão neutra.


As semelhanças encerram-se aí. Enquanto evoluem os trabalhos, uma apresentação detalhando cada flavor com sua estrutura química e formação no processo cervejeiro proporciona ao participante informações preciosas sobre sua origem e como atuar no processo para favorecê-lo. Nesse módulo foram dissecados 5 flavors: grainny, fenólico "cravo", acetato de isoamila "banana", amêndoa (almond) e spicy. Finalizados os estudos, inicia-se uma sessão de degustação com cervejas reais onde os flavors analisados estejam naturalmente presentes. Neste módulo foram as cervejas Falke Pilsen, Weiss e Monasterium. Feito isso, o Marco abre a porteira, quer dizer, a chopeira, par a turma se servir a vontade com toda a linha Falke de cervejas.


Enfim, o evento em si é já um sonho de consumo cervejeiro: visita à fábrica, aprendizado, diversão e cerveja da melhor qualidade. Esta edição contou ainda com a agradável presença do mitológico mestre cervejeiro Paulo Schiaveto entre os participantes. Paulo contribuiu com exemplos e casos de sua vastíssima experiência cervejeira, além de ajudar os colegas com dicas e orientações.

Durante o curso, várias revelações surpreendiam a turma. Explico. Ninguém fala, no cotidiano, em acetato de isoamila para referir-se ao sabor de banana, é banana e pronto. Nossa experiência nos dá referências conforme se manifestam determinados aromas e sabores nos alimentos que conhecemos. Ninguém sai por aí falando em cadeias aromáticas e química orgânica para descrever uma sensação degustativa. Pegando emprestado o termo utilizado por um colega - biblioteca de referência degustativa - montamos a nossa conforme nossa experiência, que é marcadamente influenciada por fatores culturais, locais e mesmo emocionais. No caso da banana, presente na vida e dieta da maioria dos brasileiros, fica fácil para nós fazermos essa associação quando nos deparamos com o acetato de isoamila; talvez um povo de outra cultura não tenha a mesma facilidade e recorra a outras referências para identificar exatamente a mesma coisa. E vice-versa. Quem já passeou pelo BJCP, um dos padrões mundialmente adotados para identificação dos estilos de cerveja, deve ter notado a predominância de referências da cultura americana: framboesa, amora, cerejas, apricot, etc. e mais especificamente os que nos assombraram: amêndoas (almond) e spicy.

Sim, assombraram. A maioria de nós quando lia o BJCP e encontrava "almond" e "spicy" pensava logo na tradução literal, amêndoas e condimentado... Pois é. Eis que, ao provar esses flavors, as referências que vieram foram completamente diferentes: almond remetia para uns a cereja em conserva, (aquelas comuns em confeitaria), AS/Melhoral infantil... Spicy? Baunilha defumada... Essas descobertas foram fantásticas porque eram imediatamente associadas a sabores e aromas que já conhecíamos na cerveja e não sabíamos definir dessa forma. O próprio Falcone descobriu assim, após anos, que sua Monasterium possui "almond". Como destacou o Paulo Patrus, é muito subjetiva a associação que cada um faz, por vezes também cognitiva e emocional, com sabores e aromas remetendo à infância.

Além disso, tem a sensibilidade de cada um, maior ou menor para determinados flavors. O Mestre Schiaveto exemplicava que há inclusive um teste que degustadores profissionais fazem para saber quais flavors identificam com facilidade ou dificuldade acima da média de forma a corrigir suas impressões pessoais e fornecer uma nota coerente com a média. Por exemplo, um degustador sabe por experiência que é extremamente sensível a diacetil e portanto, ao perceber um leve diacetil, ele sabe que para a maioria das pessoas não haveria nenhum e pode desconsiderar o defeito em um julgamento. Na grande indústria isso é vital pra que cervejas degustadas por avaliadores diferentes convirjam para o mesmo padrão.

Aprendemos muito e mais que tudo, nos divertimos bastante em companhia de primeira e excelente cerveja. Longa vida ao NEC, que venham novos módulos e edições!!!


Quarta, 28 Julho 2010 16:47

Curso IV


ABS-SP LANÇA PRIMEIRO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOMMELIER DE CERVEJAS

Os alunos serão certificados pela ABS e pela AIS (Associação Internacional de Sommeliers)

A ABS-SP (Associação Brasileira de Sommeliers -- São Paulo), lança o primeiro curso de formação de Sommeliers de Cerveja do Brasil. As aulas, teóricas e práticas, serão ministradas pela Engenheira de Alimentos e Biersommelière Kathia Zanatta, formada pela conceituada escola alemã Doemens Academy (Munich-Alemanha) e pelo Químico e Mestre-Cervejeiro Alfredo Ferreira também formado pela Doemens Academy. Ambos fazem parte do corpo de jurados do World Beer Cup (EUA) e European Beer Star(Alemanha).

Esses renomados profissionais trarão um conteúdo muito rico e completo: história da cerveja, matérias-primas, processo de fabricação, técnicas de degustação, legislação, defeitos sensoriais, famílias e estilos de cervejas, uso de copos corretos, marketing de cervejas, cerveja e saúde, mercado e concursos internacionais de cervejas e técnicas de harmonização (teoria e prática).

Ao longo do curso, os alunos degustarão mais de 50 tipos de cerveja de todo o mundo, como Deus, Malheur, Meantime Raspberry Grand Cru, Storng Sulffok VIntage Ale, Boon Kriek, Trappist Rochefort 10, Pilsener Urquell, Schneider Weisse, Schlenkerla Rauchbier, Meantime London Porter, Harviestoun Ola Dubh, Tripel Karmelit entre outras. E, como parte do conteúdo prático, visitarão uma microcervejaria onde aprenderão na prática como se faz uma cerveja.

O curso tem como objetivo educar e preparar os futuros profissionais a difundir a cultura cervejeira por todo o país, explica José Luiz Borges, Presidente da ABS-SP.

O curso terá início em 14 de agosto, e as aulas serão sempre aos sábados, aos moldes dos atuais MBA´s, terminando em novembro de 2010 (6 módulos no total). Ao final, os alunos sairão certificados como Sommelier de Cervejas pela ABS e AIS (Associação Internacional de Sommelier).

Para mais informações acesse http://www.abs-sp.com.br/ .
Cristina Neves Comunicação & eventos
Tel. (11) 5092-3246
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