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Quarta, 16 Junho 2010 17:19

Pesquisa sobre consumo de cerveja



Estamos fazendo uma pesquisa sobre consumo de cerveja. Respondam e divulguem por favor.
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Quinta, 17 Junho 2010 09:12

Legislação

Relator quer alterar Lei Seca e retirar índice de alcoolemia
14/06/2010 16:09
Deputado explica que atualmente cerca de 80% dos motoristas infratores se recusam a efetuar os testes de sangue ou bafômetro. Com a mudança no Código de Trânsito Brasileiro, a mera conduta de dirigir embriagado seria o suficiente para caracterizar a infração.
Dois anos depois de aprovada a Lei Seca (Lei 11.705), de 19 de junho de 2008, a Câmara discute novas mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB - Lei 9.503/97). A Comissão de Viação e Transportes criou no ano passado subcomissão especial para analisar 172 projetos de lei que propõem alterações no código. O relatório está pronto e deve ser analisado pelos deputados da comissão nos próximos dias. As propostas, de um modo geral, tornam mais rigorosas as punições contra os maus motoristas.
Uma das mudanças, no entanto, promete causar polêmica. O relator da matéria, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), propõe retirar do CTB o trecho que permite a detenção do motorista que conduzir o veículo “com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 decigramas”. No lugar, ele sugere a reclusão do motorista que estiver “sob a influência de álcool”. Ou seja, endurece a pena (passando de detençãoA detenção é um dos tipos de pena privativa de liberdade. Destina-se a crimes tanto culposos (sem intenção) quanto dolosos (com intenção). Na prática, não existe hoje diferença essencial entre detenção e reclusão. A lei, porém, usa esses termos como índices ou critérios para a determinação dos regimes de cumprimento de pena. Se a condenação for de reclusão, a pena é cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto. Na detenção, cumpre-se em regime semi-aberto ou aberto, salvo a hipótese de transferência excepcional para o regime fechado. Há ainda prisão simples, prevista para as contravenções penais e pode ser cumprida nos regimes semi-aberto ou aberto. a reclusãoA reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção).
Na prática, não existe hoje diferença essencial entre reclusão e detenção. A lei, porém, usa esses termos como índices ou critérios para a determinação dos regimes de cumprimento de pena. Se a condenação for de reclusão, a pena é cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto. Na detenção, cumpre-se em regime semi-aberto ou aberto, salvo a hipótese de transferência excepcional para o regime fechado. Há ainda prisão simples, prevista para as contravenções penais e pode ser cumprida nos regimes semi-aberto ou aberto.), mas retira a possibilidade de prisão imediata apenas em razão do uso do bafômetro.
“Seria, basicamente, a retirada do índice de 6 decigramas do texto do código, tornando a mera conduta de dirigir embriagado o suficiente para se caracterizar a infração. Em poucas palavras: tolerância zero”, disse Marcelo Almeida. O relator explica que, para comprovar que o motorista está embriagado, a autoridade policial hoje precisa usar o bafômetro ou o exame de sangue. No entanto, a Constituição Federal garante ao cidadão o direito de não produzir prova contra si mesmo. Diante disso, na prática, observa Almeida, a lei está morta. “Cerca de 80% dos infratores se recusam a efetuar os testes de alcoolemia”, disse.
Marcelo Almeida lembra que a polícia poderá usar outros recursos para constatar os sinais de embriaguez do motorista, tais como fotografia, filmagem e uso de testemunhas, além do próprio bafômetro. "O que acaba, na prática, é o temível índice de alcoolemia de 6 decigramas, que pode flagrar quem bebeu mas não apresenta sinais de embriaguez."
Segunda, 21 Junho 2010 15:49

República Tcheca - Aventura em Praga

Texto e imagens: Márcio Rossi
Não é justo. Quando se fala em cerveja de qualidade mundo afora, logo são referenciadas as escolas alemã, belga e inglesa; certo, são regiões irradiadoras de cultura cervejeira para todo o mundo. Qualquer outro lugar onde se queira produzir cerveja de alguma qualidade buscará inspiração no que foi inventado nelas. Nesse cenário, a importante contribuição da região tcheca da Bohemia ficou obscurecida. Essa injustiça merece reparação.
Os bávaros levam o crédito de pioneiros cerveja lager. Menos destaque mereceu o empreendedor tcheco František Ondřej Poupě cujas pesquisas e estudos contribuíram na criação da cerveja lager e permitiram aos tchecos surpreenderem o mundo, na metade do século 19, com uma inusitada cerveja dourada e clara cujo estilo receberia o nome da cidade bohemia onde surgira: pilsner.
Foi desastroso para esse estilo seu uso equivocado mundo afora para nomear cervejas de qualidade duvidosa vendida em volumes oceânicos. Por vezes, mesmo o consumidor interessado em cervejas de qualidade direciona suas atenções para as escolas clássicas, destacadamente belga, inglesa e alemã ou mesmo a nova escola americana que bebe de todas as fontes. Enquanto cervejas belgas ultrapassam 250 rótulos cadastrados no site especializado Brejas, a Alemanha e EUA vêm em seguida algo na casa dos 140, Reino Unido com uma modesta centena. E a Rep. Tcheca, como fica? Míseros 30 rótulos, a maioria com avaliações medianas.
Permito-me especular sobre dois motivos que estariam por trás desse desinteresse pela cerveja tcheca: uma idéia equivocada de que lagers claras sejam simples, destituídas de qualquer complexidade que as torne merecedoras de atenção gastronômica. Outra coisa é a viagem. E uma cerveja marcadamente leve se evidenciará com maior destaque qualquer defeito, além de ser mais vulnerável ao calor, à luz e ao tempo em uma viagem marítima trans-continental. Enfim, chegam aqui sem a qualidade que teriam se apreciadas jovens e perto de casa. Confirmei pessoalmente esse contraste.
Fiquei apenas dois dias na charmosa Praga. Tempo suficiente para voltar fascinado com a qualidade e diversidade da cerveja lager feita ali. Cheias de personalidade, complexas e deliciosamente saborosas, sejam as grande marcas ou rótulos artesanais. Soma-se a isso o charme de uma cidade milenar cuidadosamente conservada e teremos em Praga uma roteiro obrigatório para o apreciador da cerveja de qualidade. Um detalhe adicional: preços honestos, mesmo em bares e restaurantes. Claro, ao lado das principais atrações locais o preço salta, mas ainda assim, não assusta: de R$ 3.5 R$ 5 um chope de 500 ml. No supermercado encontra-se abaixo em torno de R$ 2 a garrafa.
Instalações da Staropramen em Praga
Experimentei algo em torno de 20 rótulos, não tive uma decepção sequer (descontado um chope que veio quente...). Das consagradas Urquell e Gambrinus a outras locais como Klaster ou Lobkowicz, um festival de qualidade, lúpulos deliciosos e cervejas feitas com esmero. E bares cheios de charme abertos o dia inteiro. Aliás, esse é um programa fantástico: você planeja um ponto de partida e um destino, entre eles caminha e vai parando pelo caminho ao deparar-se com alguma coisa diferente. Foi assim que eu e o Zé Felipe da Wals conhecemos um barzinho fantástico, o Jáma Steak House onde encontramos 5 bicas jorrando preciosidades locais fora do roteiro comercial enquanto íamos da fábrica da Staropramen (marca da Inbev que faz uma excelente pilsner) para o U Fleku, brewpub do século XV, imaginem. E ainda nos detivemos outras duas vezes, sempre que se apresentava um anúncio de cerveja diferente, o que nos levou ainda a experimentar a Bernard e a Zatec, esta ú;tima simplesmente maravilhosa enquanto a versão garrafa que chega ao Brasil vem comprometida pela oxidação resultante da viagem.
Bicas de artesanais no Jáma
Belíssima cidade com excelente cerveja; incluam em seus roteiros cervejeiros essa aventura histórica pelas ruas de Praga, seus bares e cervejarias. Claro, havendo mais tempo, há outros roteiros merecedores de atenção na Rep. Tcheca, eu já inclui na minha lista de desejos!
U Fleku e algum outro buteco pelo caminho
 
Terça, 22 Junho 2010 10:02

Copa do Mundo VI


Imersão da Brahma na Copa
Por Yan Boechat, Revista Isto É Dinheiro

Os executivos desembarcaram na África com a cabeça voltada para a Copa de 2014, que acontece no Brasil e para qual a AmBev já fechou contrato com a Fifa para ser uma das patrocinadoras oficiais. Seu objetivo: observar em detalhes como se dará a Copa na África do Sul.

Os “investigadores” da cervejaria vão percorrer as nove cidades-sedes do Mundial para saber como são organizados os eventos que vão concentrar a atenção dos torcedores, como é feito o trabalho de distribuição dos milhões de litros de cerveja que serão consumidos nos 30 dias do mundial e, principalmente, como se estabelece uma relação de fortalecimento de uma marca de bebidas em um evento deste porte. “Esse será nosso grande laboratório para a Copa de 2014”, diz Marcel Marcondes, gerente de marketing da Brahma e da Antárctica no Brasil. “Queremos aprender o máximo possível.”

A partir das informações que seus enviados trouxerem para casa, a AmBev começará a montar a estratégia para o Mundial que será disputado no Brasil. Cada informação, cada impressão e cada número que o grupo trouxer será meticulosamente estudado. Com essa iniciativa, a companhia pretende antecipar o planejamento da estratégia que será adotada por aqui e, especialmente, afastar os possíveis erros.

“Existem muitas similaridades entre o Brasil e a África do Sul”, diz Marcondes. “Uma coisa é uma Copa na Europa, como foi em 2006 na Alemanha, e outra absolutamente diferente será o Mundial da África, um país com problemas e características semelhantes às nossas.” Um dos pontos principais que a companhia quer estudar é a logística em um país de distâncias continentais, como a África do Sul, e sem as mesmas facilidades de infraestrutura encontradas na Alemanha.
A AmBev se tornou, ao lado da Seara, a primeira companhia com capital brasileiro a patrocinar uma Copa. A iniciativa é resultado da compra, em 2008, da americana Anheuser-Busch (dona da marca Budweiser) pela InBev (companhia global de bebidas que é dona da AmBev). A Anheuser-Busch já havia fechado o contrato com a Fifa para ter sua principal cerveja como patrocinadora oficial do evento. A InBev, por sua vez, reviu o contrato para incluir também a Brahma.
A marca brasileira não terá a mesma exposição da Budweiser, produto mundial da InBev. Logotipos e propagandas da Brahma só irão aparecer nos jogos do Brasil. A estratégia da AmBev está mais voltada para o fortalecimento da marca do que para o aumento das vendas. Nesse momento, o objetivo da companhia é reforçar a posição de liderança e sua ligação com o futebol no Brasil. “Essa é uma oportunidade única de construção da marca”, diz o executivo da companhia.

A AmBev não revela o volume de gastos com marketing, mas apenas ações ligadas à Copa do Mundo consumirão mais de 50% do orçamento para 2010. Os desembolsos se justificam. Segundo estimativas do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, o setor espera um aumento entre 7% e 11% nas vendas durante o Mundial. Apesar do inverno, os brasileiros estão sedentos para encarar uma gelada quando a Seleção entrar em campo.

Fonte impressa: Revista Isto É Dinheiro, no 662, página 85.
Quinta, 24 Junho 2010 11:04

Lambics e Lúpulos

Texto e imagens: Marcio Rossi
Beco típico em Bruxelas

Desci do trem após 1:22 de viagem no rapidíssimo Paris-Bruxelas da companhia Thalys. Dia ensolarado, céu azul naquele começo de tarde primaveril. No hotel arremessei as malas quarto adentro e dei logo um jeito de ganhar a rua. Entrei no primeiro bar que se apresentou, a poucos passos dali em uma esquina charmosa, edifício clássico de tijolos vermelhos e arquitetura secular.

Começava ali minha jornada de degustações em solo belga, parte dela dedicada a verificar como marcas conhecidas se apresentavam na origem, parte à exploração de novos rótulos. A dificuldade era escolher. Ali é evidente a valorização da criatividade, resultando em uma diversidade ímpar de estilos e versões, diametralmente contrastante com as escolas cervejeiras saxônicas.

Surpreendeu-me a destacada importância das lambics no mercado belga. Nos supermercados, um setor inteiro apenas de fruit beers das mais variadas formas. Nos bares, sempre algumas bicas de chope reservadas a lambics. Foi assim que resolvi enfrentar uma cerejíssima Mort Subit na versão pressão e percebi que enquanto por aqui merecem pouca atenção, lá disputam com as consagradas blondies e trappistas a preferência belga. E falando em copos, que maravilha beber cada cerveja em sua taça, tulipa, cálice personalizado, puro charme.



Essa não seria minha única surpresa. Os preços das cervejas em supermercados comerciais eram de chorar; pra dar uma idéia, trappistas viajando entre 0.95 e 1.50 Euros, nesses extremos, especificamente, Westmalle no começo, Rochefort 10 no final. Nos bares, como é de esperar, saltam para 2.5 a 3.5 Euros, o que muito embora esteja longe de ser barato, entusiasma o brasileiro habituado a pagar 3 vezes mais nas lojas especializadas. Aquelas maravilhosas taças que são encontradas em torno dos R$ 40 aqui custam cerca de 6 euros lá. Enfim, também para o bolso, uma festa, ainda que tudo mais seja muito mais caro que o Brasil. No Hotel Ibis onde fiquei, para se ter uma idéia, diária de 120 Euros sem café da manhã.

Visitando o mitológico Cafe Delirium, novas revelações, uma confirmação de algo que já havia me chamado a atenção nas lojas. Depois de alguns reencontros com rótulos consagrados em sua versão chope, comecei a exploração. Um rótulo que havia me fisgado foi o primeiro, Chouffe Dobbelen IPA Tripel. O que esperar de uma miscigenação dessas? Aumente suas expectativas porque o resultado não é menos que espetacular! Não consegui me recordar de haver provado algo com tanta complexidade e tanto sabor, destacando sempre uma qualidade difícil de encontrar nos exagerados IBUs da nova escola americana: equilíbrio. A cerveja tinha aquela coisa adocicada, cítrica e especiarias da belga, com delicioso amargor que de forma alguma se sobrepunha, mas combinava-se maravilhosamente.
Delirium Cafe em Bruxelas

Daí, viajei por outros rótulos onde percebi a criatividade belga não deteve-se à tradição dos estilos locais e muitas das grandes marcas estão oferecendo versões mais lupuladas de suas cervejas. Não é diferente com a fenomenal Westvletern 8, Orval, Carolus Hopsinjoor e outras tantas que chegam a ostentar em rótulos dizeres e figuras que remetem a houblon/hop (lúpulo). Foi seguindo essa trilha que chegue a cerveja La Rulles, uma das tantas da nova escola belga, essa artesanal oferecia no Delirium seu delicioso chope de destacado amargor. De Bruxelas estiquei até a lindíssima Brugge onde a cerveja local, a Zot, me confirmava essa tendência de ousadia lupular, novamente com equilíbrio e maestria. Ali, no bar e restaurante Gambrinus, continuei minha jornada revendo preciosidades conhecidas e aprendendo mais sobre a efusiva escola belga.
Praça do Mercado em Brugge

Que destino a Bélgica. Um país desenvolvido com gente educada e atenciosa, cervejas maravilhosas, cidades de beleza cinematográfica e culinária deliciosa.


AcervA Paulista, Associação de Cervejeiros Artesanais de São Paulo.




AcervA Carioca, Associação de Cervejeiros Artesanais Cariocas.




AcervA Catarinense, Associação de Cervejeiros Artesanais de Santa Catarina.



AcervA Paranaense - Associação dos Cervejeiros Artesanais do Paraná



AcervA Baiana - Associação de Cervejeiros Artesanais da Bahia.



Sentiu falta de algum? Sugira, por favor, nos comentários.

Muito obrigado!
Ao final de dez dias colhendo opiniões quantitativas sobre consumo de cervejas. Tabulamos a opinião de mais de 400 respondentes com margem de erro de 5,2% de erro.

O público majoritariamente masculino.
1. sexo


Faixa etária concentrada em pessoas entre 23 e 30 anos com formação universitária. Provavelmente pelo fato da pesquisa ter sido realizada apenas através da internet.

2. Faixa etária

3. Escolaridade


A frequência de consumo concentra-se nos finais de semana ou ocasionalmente. Preferencialmente em bares ou bares especializados. Observa-se que o consumo em casa é uma tendência estabelecida.

4. Frequência de consumo

5. Local de consumo


O primeiro contato com suas cervejas preferidas aconteceram em casas especializadas ou bares, o que mostra a importância do atendente (gerente, garçon, bier sommelier) do ponto de venda.

6. Local de descoberta da cerveja preferida


Mais de 90% dos respondentes ja experimentou cerveja artesanal, onde a grande maioria achou melhor ou muito melhor do que cervejas convencionais. Apontando o sabor como principal atributo dessa diferença.
Aceitação pela cerveja foi tão expressiva, que 95% deixariam de beber uma cerveja convencional para apreciar uma marca artesanal, destacando o sabor como fator principal para esta troca.

7. Experimentou cerveja artesanal

8. Comparando cerveja artesanal e convencional










9. Atributo preferido

10. Deixaria de beber convencional para degustar artesanal

11. Principal fator da troca


As marcas mais experimentadas são o trio de artesanais adquiridas pelo Grupo Schin. Onde Eisenbahn desponta como marca preferida.

Mesmo sendo a quinta marca mais experimentada a Colorado ganha posições e aparece como segunda colocada na preferência do público.

Wäls e Falke ultrapassam no quesito preferência do público a marca mineira mais conhecida, a Backer.

Lembrando que nos dois últimos gráficos o respondente poderia assinalar mais de uma marca.

*Em "Other" as marcas mais experimentadas ou preferidas foram Bamberg, Schornstein, Austria, algumas caseiras e muitas internacionais como Erdinger, Paulaner, Guinness, Franciskaner e Leffe. O que muitas vezes aponta a dificuldade de reconhecer uma marca como sendo artesanal ou simplesmente uma cerveja em estilo diferente de pilsen.

12. Marcas experimentadas

13. Marcas preferidas
Quarta, 30 Junho 2010 14:14

Backer


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